Economia & Negócios

Associação prevê queda neste ano

Lucien Luiz
| Tempo de leitura: 1 min

O professor e vice-presidente da Associação Brasileira para o Desenvolvimento do Agronegócio (Abradag), Carlos Eduardo Stempniewski, acredita que o setor não tem o que comemorar. Ele diz que as exportações da carne brasileira não foram abaladas em 2005 em razão de muitos contratos com outros países já estarem fechados até o começo do mês de janeiro, quando ocorreu o surto da doença no Brasil.

No entanto, de acordo com ele, os empresários já começam a sentir as conseqüências do problema. “Desde o fim do ano passado, praticamente, mais nenhum contrato foi fechado. Estamos exportando cerca de 40% da produção nacional. A tendência, nos próximos meses, é de que esse percentual caia ainda mais em razão da não-renovação de contratos”, explica Carlos Eduardo.

O professor revela que nas regiões de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, onde foram descobertos os primeiros focos de aftosa, seis frigoríficos foram fechados, o que resultou na demissão de um grande número de funcionários. Isso ocorreu, informa ele, porque as empresas não tinham carne para processar.

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