Tribuna do Leitor

REFERENTE A ‘MARTÍRIO NO DAE’, DO DIA 26/1/06


| Tempo de leitura: 1 min

Concordo plenamente com o sr. Antonio Marcio: eu já passei por uma situação idêntica que simplesmente é uma falta de respeito com o contribuinte e ao ser humano! No meu caso, chegou um boleto do DAE para pagamento no valor de quatrocentos e poucos reais(sendo que a média de consumo da minha casa era trinta reais e ainda a casa ficou fechada em novembro/dezembro). Passei horas na fila de espera para ser atendida por um “senhor funcionário público” muito grosso.

A informação que recebi é que precisava de uma vistoria... Depois, trocamos o hidrômetro... Mais uma vistoria e aí, quando parecia tudo resolvido, a conta caiu para cento e sessenta reais. Voltei e passei mais horas na fila... Novamente um “atendente que não estava nos seus melhores dias”, e eu disse que a casa ficou fechada em novembro/dezembro. Por fim, sabe quanto paguei?: R$ 12,00 (fiquei sabendo de mais casos assim e, pior, tem algumas pessoas que pagam, pois sabem como é difícil e demorado o atendimento do DAE) .

Acho ótima a idéia do senhor Antonio Marcio: “uma visita-surpresa de um repórter/fotógrafo para acompanhar um atendimento”. Realmente, tantos cartazes informando que “Desacatar funcionário público é crime...”, mas e como eles atendem os contribuintes, quem fiscaliza? Acredito que não deve ser fácil atender, mas alguns funcionários precisam de treinamento. “Qualidade no atendimento” ou transferi-los para outro setor. (Simone Germano Segantin - RG 17.117.018)

Comentários

Comentários