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Tênis

Por Texto - Gabriel Pelosi | Consultor - Celso Sacomandi
| Tempo de leitura: 3 min

Equipe competindo

A equipe infanto-juvenil do Bauru Tênis Clube participa no final de semana do 1º Villa Verde/Tênis Tomb, em Avaré. Serão aproximadamente 13 jogadores do BTC que estarão em ação. Por opção, outros quatro atletas do clube jogarão o 1º Rede de Tênis Open, em Ribeirão Preto. A garotada está animada e treinando muito. Boa sorte a todos. Na próxima semana divulgamos os resultados.

Falta seriedade

“Falta seriedade e dedicação à nova geração de tenistas do Brasil.” Essa é a explicação que Larri Passos, responsável pela formação de Gustavo Kuerten, encontrou para a má fase em que se encontra o tênis brasileiro. “Nossos garotos sofrem da síndrome de MIC: mulher, internet e celular. Hoje em dia, se a gente fala para eles treinarem três horas por dia, já reclamam. Para ser profissional tem que comer quadra, cinco horas de quadra mais duas horas de física, todos os dias. Eu e o Guga fizemos isso durante 10 anos e ele chegou a primeiro do mundo”. Segundo ele, o problema não é falta de investimento e apoio. “A empresa AMIL é um exemplo, disponibilizaram tudo o que é preciso para atletas do Rio de Janeiro e quantos se destacaram? Era para ter pelo menos um entre os 100”, afirmou. Para Larri, a postura desinteressada da grande maioria dos novos talentos chega a ser vexatória.

Bauruenses top ten

Nas décadas de 70 e 80, Bauru chegou a ter cinco jogadores entre os 10 melhores do Brasil numa mesma temporada. Nos torneios profissionais da ATP, com jogadores do mundo todo e chaves de 32 jogadores, como os circuitos satélites que o BTC realizou alguns anos, 5 tenistas eram de Bauru, Julio Góes (Méca), Roger Guedes, Renato Joaquim, Edvaldo de Oliveira e Celso Sacomandi. Nas próximas edições estaremos com relatos e curiosidades sobre suas carreiras. Estas matérias serão o início de outras que virão de outros tenistas que Bauru já teve. Não devemos viver do passado, mas também não esquecemos da nossa história, pois há tempos atrás Bauru foi considerada por muitos como a capital do tênis do Brasil.

Saretta

O tenista Flavio Saretta é o sexto tenista brasileiro a superar a marca de 1 milhão de dólares em prêmios. Ele disse que o dinheiro não está sobrando e que tem batalhado muito desde 1998, ano em que se tornou profissional.

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Dica

Sempre olhar a bola. Isso quer dizer, mantenha o olho na bola desde o momento que você ou seu adversário lança a bola para o saque até o final do ponto, sem se preocupar onde está indo o seu contrário. A maioria dos tenistas olha a bola somente até que ela pula e aí desvia o olhar no momento em que o adversário começa a se mexer, errando assim golpes fáceis.

Regra

Em uma partida com juiz, uma bola foi chamada como fora, porém verifica-se a marca e decide-se que foi boa. O que fazer?

Se essa bola tinha sido um ponto ganhador (winner) e o jogador não tinha chance de devolvê-la, o ponto fica como bola boa e não deve ser repetido. Mas caso o outro jogador tivesse condições de rebater a bola ou de fato tenha devolvido a bola, então o ponto é repetido.

Dicionário do Tênis

Erros não forçados - Erros cometidos em golpes considerados de fácil execução. A dupla falta também é um erro não forçado.

Winner - Ponto vencedor. Bola lançada em local indefensável para o adversário.

Toss - Termo em inglês que designa o lançamento da bola para o alto durante o movimento de execução do saque.

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