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Advogado não é pai de menina jogada na Pampulha

Folhapress
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São Paulo - A Polícia Civil de Minas Gerais concluiu que a vendedora Simone Cassiano da Silva, 29 anos, jogou a filha de dois meses na lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte, porque queria esconder do namorado o fato de a menina ser filha de outro homem. A conclusão da polícia sobre a motivação do crime veio com o resultado do exame de DNA que descartou que o namorado de Silva seja o pai da menina.

Ele - um advogado de 57 anos - afirmou em depoimento que morava com Silva desde agosto e que desconhecia a gravidez da namorada. À polícia, a vendedora disse que a filha, que nasceu com cinco meses, era do namorado. A criança foi encontrada boiando na lagoa, em um saco plástico preso a um pedaço de madeira, no dia 28.

Segundo o delegado Hélcio Sá, o inquérito do caso foi concluído e irá para a Justiça ontem, com o indiciamento de Silva por suspeita de tentativa de homicídio.

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