Regional

Piratininga negocia terreno para construir conjunto habitacional

Davi Venturino
| Tempo de leitura: 2 min

Piratininga – Uma área de sete alqueires e meio está sendo negociada pela Prefeitura de Piratininga (13 quilômetros de Bauru) para abrigar um conjunto de casas populares. O local pertence a uma família de empresários que poderá entrar num acordo financeiro com o Executivo ainda esta semana.

A área fica nos fundos do bairro Serra Pelada. A Câmara Municipal aguarda as negociações entre a prefeitura e os proprietários do terreno para poder votar a liberação de um crédito suplementar para a aquisição do terreno.

“Eu estive conversando com o prefeito ontem (anteontem) e se ele acertar ainda esta semana, e tudo está correndo para isso, ele vai pedir uma sessão extraordinária (na Câmara)”, comenta Emygdio Antônio Mansanaro (PP), presidente da Casa.

Segundo Mansanaro, o município conta com a promessa do governo do Estado de construir casas por intermédio da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) no local. “Já tem as casas prometidas pelo governo do Estado. Nós não temos ainda a área para dar, que é a contrapartida do município”, explica o vereador.

Caso o Executivo entre num acordo com os proprietários do terreno, o Legislativo deve votar a liberação do crédito suplementar ainda este mês. “A nossa expectativa é que o prefeito consiga resolver ainda esta semana esta aquisição. Se ele conseguir resolver até sexta-feira, nós fazemos a votação até o dia 22.

A expectativa na Câmara é grande porque todos os vereadores sentem a cobrança dos moradores em fazer as casas populares”, garante Mansanaro.

A prefeitura também pretende fazer a desafetação de uma área em torno de 3 mil metros quadrados anexa ao cemitério municipal. A intenção, segundo o presidente da Câmara, é expandir o cemitério que está com sua capacidade no limite.

“É uma desafetação de uma área do lado do cemitério, que é da prefeitura, e ela quer incorporar esta área ao cemitério. A Câmara até fez um requerimento para o jurídico da prefeitura no sentido de pedir um parecer técnico e justificar esta desafetação”, comenta o vereador.

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