Regional

Piratininga tem estradas danificadas

Davi Venturino
| Tempo de leitura: 2 min

Piratininga - O prefeito e o diretor da Comissão Municipal de Defesa Civil (Condec) de Piratininga (16 quilômetros de Bauru) estarão na próxima segunda-feira, em São Paulo, para apresentar à Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Estado os problemas causados pela chuva na cidade.

Segundo o presidente da Condec, Antônio Álvares Rodrigues, devido à quantidade de chuva, acima do normal que castigou a cidade, nesta semana, ocorreram quedas de barreiras e os acesso às áreas rurais ficaram prejudicados. “Nós tivemos aqui uma chuva de 134 milímetros em seis horas. A média é de cerca de 300 milímetros para o mês de fevereiro inteiro. Nós tivemos queda de barreiras e estamos com bairros isolados”, comenta Rodrigues.

O acesso ao aterro municipal pela estrada Piratininga/bairro Geada, segundo Rodrigues, ficou prejudicado. “Estamos com problema para de levar o lixo da cidade até o aterro que fica no Sítio Vale dos Coqueiros. Está um lamaçal lá”, diz.

Na estrada Piratininga-Bairro Água da Faca, a enxurrada levou a terra e serão precisos mais de 400 caminhões de terra para acertar o local, segundo cálculos feito pelo Condec. Outra estrada que ficou obstruída devido à chuva foi a Piratininga-Duartina. Para ir do Centro da cidade até suas propriedades, as pessoas precisam fazer um desvio de 30 quilômetros, quando anteriormente o trajeto era de apenas 15 quilômetros.

Segundo o diretor da Condec, cinco pontes ficaram danificadas e cerca de 200 quilômetros em estradas estão bloqueados, algumas por conta do deslocamento de taboas, planta aquática comum na região. Devido ao estado precário das estradas de terra, o transporte de alunos também ficou prejudicado já que a perua escolar não consegue chegar nas regiões rurais sem enfrentar dificuldades.

A prefeitura teve que contratar o aluguel de máquinas de uma empresa de Bauru, por cerca de R$ 20 mil, para ajudar nos reparos das estradas. Atualmente o Condec conta com uma equipe de cerca de 30 pessoas. “Eu estou com todo o equipamento na estrada. Inclusive tem uma retro escavadeira que está limpando as taboas nas bocas de pontes”, comenta Rodrigues.

De acordo com ele, ainda não há um levantamento exato dos prejuízos, mas um relatório sobre os estragos causados pela chuva foi preparado pela Condec e será entregue hoje à Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de São Paulo. “A Defesa Civil pode disponibilizar algumas prioridades como pontes, por exemplo, onde a prefeitura entraria com o aterro”, espera Rodrigues.

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