Funcionários da Secretaria Municipal de Obras iniciaram ontem o serviço de reparos no concreto-armado da ponte Ayrton Senna, que liga a região do Mary Dota à do Distrito Industrial 1 e está interditada desde o início de 2003. O laudo elaborado pela Empresa de Pesquisas Tecnológicas (EPT) aponta que é necessário corrigir algumas fissuras verificadas na estrutura, além de eliminar armaduras expostas com o passar do tempo.
Na seqüência, será feita a impermeabilização da estrutura. Segundo o secretário municipal de Obras, Leandro Joaquim, a previsão é que os trabalhos levem três semanas, dependendo das condições climáticas. A Secretaria de Obras também se prepara para elaborar o edital de licitação para contratação da empresa que ficará responsável pelo monitoramento do aterro das cabeceiras.
O laudo da EPT indicou que a construção do aterro em camadas, com o monitoramento de cada etapa através de aparelhos, é a alternativa viável para verificar qual é o impacto do solo sobre a estrutura, garantindo dessa forma que a ponte não volte a apresentar problemas.
A EPT esclareceu que o monitoramento do aterro tem que ser feito com a utilização de equipamentos conhecidos como inclinômetro e piezômetro. Como a prefeitura não dispõe desses equipamentos, será então aberto processo licitatório para que seja feita a medição do aterro e a interpretação dos dados coletados.