Turismo

Rota da tranqüilidade

Eliane Barbosa
| Tempo de leitura: 1 min

Porta de entrada para quem vai ao Arquipélago de Abrolhos, onde ocorre o espetáculo das baleias jubarte, a cidade de Prado teve a sua origem numa aldeia de índios descendentes dos Aimorés. O marco de sua fundação, em 1755, fica à margem esquerda do rio Jucuruçu, bem próximo ao mar. Lá, alguns vestígios do século 19 ainda podem ser observados em seu Centro Histórico que exibe antigos prédios de estilo colonial.

Ao lado da história, a natureza. As praias, com a extensão de mais de 80 km, são de águas calmas e mornas, muitas delas intocadas.

Explorar cada uma é um programa mágico. Na praia do Tororão, o visitante desfruta de um relaxante banho de água doce na cascata, que desce das falésias em direção ao mar e aproveita as propriedades medicinais da areia monazítica da praia, muito procurada, encontrada não só no Tororão, como em inúmeras praias como as de Areia Preta, Cumuruxatiba e Japara.

A cidade é propícia para caminhadas, pois é plana e arborizada e, com o calor da Bahia, o turista e seus moradores agradecem. A avenida central é repleta de lojinhas onde são expostos os trabalhos de artesãos e artistas plásticos do lugar.

Vale a pena conferir esses talentosos trabalhos, aproveitando a caminhada para tanto, unindo o útil ao agradável.

Os restaurantes, de culinária diversificada, localizam-se no Centro e em torno do beco das Garrafas. Oferecem cozinha de excelente qualidade, possibilitando ao visitante escolher desde a boa e temperada comida baiana, até a colorida e bem trabalhada cozinha tailandesa.

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