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Acusados rebatem denúncias e cogitam ação por danos morais

Adilson Camargo
| Tempo de leitura: 1 min

O prefeito Edson Reinaldo Sabaíne (PTB) e seu vice José Carlos Vendramini (PDT) alegam que as acusações do PT e do PPS são fantasiosas e mentirosas. Segundo eles, o processo tem motivação política, por causa da derrota nas urnas sofrida pelos denunciantes. Os acusados declaram que os adversários têm o direito de “espernear”, mas teriam passado dos limites e, por isso, pensam em acionar a Justiça com ações por danos morais.

A reportagem não conseguiu localizar os acusados ontem para comentar as denúncias. No entanto, na defesa apresentada por eles à Justiça Eleitoral, ambos negam as acusações.

Segundo eles, não existiu qualquer doação, seja em lajotas, vidros, combustíveis ou de qualquer outra espécie, com o intuito de captação de votos.

Sobre as autorizações para o fornecimento de combustíveis, a defesa foi enfática. “Em sã consciência jamais um candidato daria uma autorização desse tipo, frente à rígida legislação eleitoral e da mesma forma nenhum revendedor de combustível aceitaria um volante como forma de autorização para abastecimento de veículos”.

Quanto à doação dos materiais de construção, a defesa alega que as fotos juntadas no processo não provam nada. Pois, não mostram as datas em que foram tiradas e reveladas e não especificam o endereço dos imóveis. Eles argumentam ainda que em nenhum momento foram distribuídos materiais escolares com o símbolo da campanha (trevo de quatro folhas).

Em relação à inauguração do Programa Saúde da Família (PSF), a defesa contesta a acusação de que o serviço seria paralisado caso os candidatos não fossem reeleitos. “Isto jamais ocorreu e as alegações não passam de mais um ato desesperado e esperneamento.” Sobre a autorização para o funcionamento do programa, ela já havia sido concedida. Portanto, não houve nenhuma irregularidade, segundo argumentam os acusados.

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