Todos sabemos dos problemas habitacionais que o Brasil passa e não é de hoje que problemas dessa natureza não são resolvidos de forma séria – tanto por parte da ação dos governos, que foram incompetentes, como também pela mobilização nada pacífica dos que desejam ser assentados.
Uma questão como esta, que ultrapassa as fronteiras estaduais, vem incomodando a uma certa parte da sociedade que nada devia sofrer com tal erro de governo. Centenas de representantes do MST, por exemplo, já morreram em combate com os que possuem algum pedaço de terra. Estes, que lutaram e suaram para conseguir comprar seu terreno onde pudesse plantar, morar e ter uma vida basicamente normal, estão inseguros devido à instabilidade que a falta de estrutura e competência das secretarias estaduais de habitação ou de distribuição de terras estão gerando.
Esta guerra deve ser combatida com a arma mais eficaz possível, que neste caso, limita-se na construção de moradias e distribuição de terras de forma racional. Guerra esta que incomoda a sociedade devido ao clima tenso estabelecido entre proprietários e futuros assentados.
A união das esferas de poder – desde a municipal até mesmo ao governo federal - tem que acontecer o mais rápido possível, fato este que possibilitará maior agilidade e rapidez para que assim possamos observar que ambos os lados estão de acordo com a situação: assentados em suas terras, trabalhando e produzindo, tendo como conseqüência a geração de renda e proprietários menos inseguros. (Renan dos Reis M. Chaves)