Um grupo de estudantes do ensino médio procurou o JC para queixar-se sobre a produção do espetáculo “Auto da Barca do Inferno”, encenada pela Cia. Fábrica de Sonhos em duas sessões no Teatro Municipal Celina Lourdes Alves Neves, ontem à noite. Eles afirmam não terem sido informados corretamente quanto à reserva e venda dos ingressos para a peça e não puderam assistir à apresentação, que teve a bilheteria esgotada.
O estudante João Paulo Batista Meirelles, aluno do colégio Preve Objetivo, destaca que chegou ao teatro cerca de 20 minutos antes das 20h, horário programado da sessão. “Ficamos na fila e eles (integrantes da companhia) estavam vendendo ingressos, mas pararam de vender porque aguardavam um grupo de outra cidade. Quando esse pessoal chegou, passaram todos na nossa frente e quem estava esperando não recebeu nem explicações. Essa é nossa reclamação”, comenta.
De acordo com a estudante Sthephanie Ruiz Pelegrina, a peça começou por volta de 20h35. O atraso ocorreu em razão da demora de um grupo para chegar ao teatro. “(A produção) disse que eles tinham reserva e que venderiam ingressos se o grupo não chegasse. Nós ficamos esperando por mais de 40 minutos, mas deveria haver um horário limite. Se outras pessoas atrasaram, nós queríamos ver a peça”, diz. “Um grupo enorme de pessoas foi passando na nossa frente, que não sabíamos nada sobre reserva dos lugares. Eles nos fizeram esperar à toa”, completa Marina Pelegrina Mangialardo.
A reportagem tentou entrar em contato com a produção da Cia. Fábrica dos Sonhos, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição.