• Ambições elevadas I
A Traxx Motocicletas do Brasil Limitada, que representa por aqui a China Jialing Industrial Co.Ltd Group chinesa, está com planos ambiciosos para o mercado brasileiro. A empresa vai construir uma fábrica em Manaus, no Amazonas, e já faz planos de curto, médio e longo prazos. Para começar, a marca vai erguer a fábrica, que deverá fiar pronta entre dezembro deste ano e março de 2007. Terá 30 mil m², vai gerar inicialmente 100 empregos diretos e terá capacidade plena de produção de 50 mil unidades por ano.
• Ambições elevadas II
Mas, em seu primeiro ano de operação, deverá fazer em torno de 24 mil unidades. Lá serão produzidos os modelos Star JL50Q-2, Sky JL110-8, Prince JL 110-11, Best JH125G, FLY JH125L e, a partir de abril de 2006, um novo modelo da linha Prince - todos com motores de 50 a 125 cilindradas. Além dos planos logísticos, a Traxx já tem também suas metas estabelecidas para o País. Pretende, até 2008, abiscoitar 5% do mercado brasileiro. Mas depois, em um prazo maior, quer muito mais. “Seremos líderes de mercado”, sintetiza Adilson Maia, diretor de revendas da Traxx.
• Efeitos colaterais I
A China se tornou o novo “eldorado” da indústria automo-tiva mundial, mas nem tudo é felicidade com esse fato. A reboque, vieram conseqüências negativas e uma das que têm chamado a atenção por lá são os acidentes. Claro que a terra do socialismo de mercado ainda não alcança os níveis registrados, por exemplo, no Brasil. Mas em todo o ano passado acidentes nas rodovias chinesas mataram mais de 98 mil pessoas, ou cerca de 270 por dia.
• Efeitos colaterais II
Os dados são do Ministério de Segurança Pública da China, que ainda levantou que aproximadamente 470 mil pessoas foram vítimas de acidentes de trânsito em 2005. Mas a Organização Mundial da Saúde, OMS, acredita que os números reais sejam bem maiores e possam chegar a 600 mortes diárias. Como sempre, as falhas humanas são o principal motivo.
• Ascensões e quedas I
O mercado brasileiro de automóveis de passeio teve pequenas, mas importantes, alterações. A novidade que mais saltou aos olhos foi a chegada do Volkswagen Fox - com vendas somadas às do CrossFox - à quarta posição no ranking dos carros mais vendido do País. O modelo somou, em fevereiro, 8.467 unidades, ficando atrás apenas dos tradicionais Fiat Palio, que ficou em terceiro com 9.051 unidades, Fiat Uno com 9.453 unidades, e o campeão de sempre Volks Gol, com 12.602 entregas.
• Ascensões e quedas II
Enquanto uns sobem, outros descem. Se o Fox ascendeu “socialmente”, o Chevrolet Celta teve a patente rebaixada. O carro, que vinha ficando entre os cinco primeiros, caiu para a sexta posição, com 7.064 comercializações, atrás de Corsa sedã, com 7.833 vendas na quinta posição. A Ford, por sua vez, comemorou que os modelos Fiesta hatch e Fiesta sedã ficaram na sétima e na oitava posição, respectivamente, com 4.511 e 3.082 unidades vendidas.
• Ascensões e quedas III
Já no ranking dos comerciais leves o Ford EcoSport manteve a liderança, com 3.188 entregas, seguido por Fiat Strada, com 2.893 vendas. Na terceira posição, ficou a veterana Chevrolet S10, que registrou 1.563 unidades vendidas. E a surpresa do período foi a “freada” da Toyota Hilux, que já esteve entre os “três mais” da lista mas, em fevereiro, caiu à 13ª posição, com 293 unidades entregues.