Lemos com tristeza a carta de Carla Lopes - presidente da Associação de Portadores de necessidades Especiais da Baixada Santista - em que ela diz não ser só daqui o problema de desrespeito às vagas de deficientes, e sim de todas as cidades do Brasil. Somos um povo sem educação por natureza, nosso presidente se orgulha de não ter estudado, faz um brinde em país muçulmano, diz que uma cidade da África nem parece ser de lá de tão bonita, um general manda um avião voltar para seu conforto...Não praticamos a civilidade, não nos portamos como cidadãos. Vai como exemplo em relação ao deficiente dois pequenos casos: 1.No estacionamento de um supermercado de Bauru, as duas vagas destinadas ao portador de deficiência ficam à sombra de uma árvore; um indivíduo estacionou sua enorme caminhonete de forma a ocupar as 2 vagas e proteger-se do sol, ao questioná-lo fui hostilizado e a explicação dele é que também tinha direito à sombra... 2. A diretora de uma escola estaciona seu veículo na vaga de deficiente da própria escola. Não precisamos dizer mais nada, não, Carla?
Marco Labão - RG 8.219.543