Existem fatos que ocorrem em nossas vidas que nos causam tristeza e dor. A dor da perda de um ente querido e a tristeza de saber que existem profissionais e profissionais. Os primeiros aos quais me refiro são aqueles que impulsionados pela sede capitalista acabam por esquecer o lado humano dos sentimentos de dor que sentimos com a doença e a morte.
Na ocasião do falecimento de meu pai, pude confrontar com esses dois tipos de “profissionais”: os que sofriam conosco e aqueles que apenas preocuparam-se com o lado material; aqueles que considero competentes e humanos e aquele que julgávamos tão competente (16 anos de confiança), porém, nos decepcionou com atos inconseqüentes e irresponsáveis. Esse profissional a quem me refiro talvez esteja lendo esta coluna e se identifique com o que escrevo. É apenas um desabafo, de uma família que se decepcionou com aquele que julgávamos de grande confiança e caráter, um profissional que errou, porém, não admitiu seu erro. Errar é humano, mas reconhecer o erro é uma virtude.
Não iremos levar adiante o ocorrido, pois apesar do sofrimento desnecessário de meu pai, não o teremos mais ao nosso lado. O nosso único conforto está em saber que, embora a justiça terrena não funcione como deveria, a justiça divina não falha. A você, profissional, lembre-se que lidar com a vida humana é um ato de amor, dedicação, respeito e, acima de tudo, vocação. Nunca se esqueça disso!
Fabiana Tozato Escola - RG 24.489.647-1