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Da Redação
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Apesar da mudança de mentalidade, a maioria das mulheres está insatisfeita com sua beleza e atratividade física, segundo avaliou uma pesquisa desenvolvida pela empresa StrategyOne para a marca de cosméticos Dove. O estudo envolveu 3.200 mulheres, entre 18 e 64 anos, e foi realizado entre fevereiro e março de 2004 em dez países: Brasil, Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Japão, Itália, França, Portugal, Argentina e Holanda.

Incluindo critérios como felicidade, relacionamento, autoconhecimento e cuidados pessoais, a pesquisa concluiu que as mulheres estão mais propícias a estar satisfeitas com suas vidas e bem-estar. No entanto, um número muito baixo delas se define como bela. De acordo com a assessoria de imprensa da Dove, para as mulheres, o peso e a forma do corpo incomodam. As informações confirmam dados apontados por pesquisa realizada em 2003 pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps). Segundo o levantamento, as mulheres japonesas têm o maior índice de insatisfação física (59%), seguidas pelas brasileiras (37%), inglesas e norte-americanas (36%), argentinas (27%) e holandesas (25%).

O Brasil possui um dos menores índices de satisfação com a beleza. Apenas 1% das mulheres se descreve como “bonita” e 6% como “bela”. O único país abaixo desse índice é o Japão, com 0%. Além disso, o País é um dos que mais valoriza as modelos: 13% afirmam que só as top-models são verdadeiramente bonitas. Segundo a pesquisa, 54% das brasileiras já consideraram submeter-se à cirurgia plástica e 7% relatam ter feito algum tipo de intervenção, a taxa mais alta entre os países pesquisados.

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