Natal, a Capital potiguar, está mais limpa do que nunca. Suas amplas e bem cuidadas avenidas, o mar verde cristalino, as dunas e os cajueiros gigantes vêm atraindo novos visitantes que se sentem extasiados pela visão.
Com um dos litorais mais privilegiados da Costa Atlântica Brasileira, Natal e o Rio Grande do Norte como um todo continuam sendo um deleite para todos os sentidos. Tanto assim que cresce a demanda por vôos regulares e charters, muitos procedentes do Exterior. Andando pelas praias e pontos turísticos o que não falta em Natal são os gringos. E de onde provém a maioria?
Segundo levantamento da Secretaria de Turismo de Natal, os turistas estrangeiros que escolhem o destino em grandes turmas são os suecos, escandinavos e norte-americanos. Entre outros motivos pela qualidade do ar lá respirado e pelas praias sem qualquer vestígio de poluição.
E isso é realidade, testada e aprovada. Medição realizada há alguns anos pela Agência Americana Espacial (Nasa) em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostrou que o ar mais puro da América do Sul pertence a eles, os cerca de 800 mil natalenses.
Além do ar, das praias e dos cajueiros, a felicidade se completa com o sol. Lá, ele brilha mais, mesmo.
Muito mais do que em qualquer outra parte do Brasil. Mesmo nos meses de “inverno”, ou seja, de chuva. De março a julho, coisa raríssima é o céu ficar encoberto o dia todo. Chove bem cedinho, muitas vezes forte, e logo em seguida o sol se abre convidando aos passeios de bugue, ou bugre, como ali são chamados.
Agendados no dia anterior, os passeios são sempre pontuais, mesmo que durante a noite ou madrugada caia um toró. É só abrir a janela do apartamento às 6 da matina e dar de cara, de novo, com o astro rei brilhando. Pode? Pode sim em se tratando de Natal. E com temperatura na casa entre 22º e 33 ºC.