O mau-humor, reclamações e gestos contra tudo e todos estão sendo cada vez mais freqüentes. Perdemos a paciência diante da primeira dificuldade. Ao mesmo tempo que reclamamos da violência, somos vistos praticando-a em simples atos, por um único motivo à irritação. O espírito do “vale-tudo” anda à solta, basta ligarmos a televisão e o que se vê é violência, corrupção, impunidade se repedindo por motivo de intolerância.
A sociedade individualista, crescente a cada dia que se passa, proporciona a irritação da amarga reciprocidade, através da falta de relacionamento que temos. Má educação no volante é o item apontado por 21,1% como fator de irritação, uma estatística que os estudiosos da ciências humanas divulgam. Engarrafamento pode levá-lo à loucura. Lixos jogados nas ruas por mal-educados levam a nos comportarmos como verdadeiros irracionais. Essa falta de civilização traz às pessoas perturbações de diversas naturezas. Agressividade desnecessária é usada frequentemente por pessoas de perfil agressivo, criadas em ambientes hostis. Isso nos causa descontentamento, como é visualizado através da expressão facial do ser humano.
O melhor a se fazer é evitar repetir a atitude do outro, construindo um ambiente saudável com pessoas que tragam tranqüilidade. É preciso exercitar a tolerância. Aceitar as diferenças, evitar ironia e agressividade tratar o outro com humanidade.Definitivamente não podemos fugir, não ser individualistas, cabe a cada um buscar uma consciência maior daquilo que se anda fazendo com o próximo. A valorização do comportamento ético e a consciência de que somos cidadãos em convivência com outro é, portanto, um bom caminho para se ter um bem-estar coletivo.
Letícia Gabrieli Vieira de Oliveira