Fazendo juz à perspectiva de que o golfe é um dos esportes que mais crescem no mundo, a cidade de Lençóis Paulista (a 43 km de Bauru) acaba de ganhar um campo de golfe.
Com a iniciativa do sueco Nils Olof Lennart Nojd, diretor da Trelleborg no Brasil, foi construído nos arredores da empresa um mini campo de golfe.
Com uma área verde propícia para a prática do esporte, com aproximadamente 10 mil metros quadrados, o mini campo de golfe terá nove buracos. É chamado de “mini campo”, pois nos moldes oficiais, um campo de golfe tem 18 buracos ou “greens”, como são chamadas as áreas de grama aparada onde fica o buraco.
Durante o evento de inauguração que vai acontecer amanhã às 10h, será disputada uma partida entre as equipes do Bauru Gol Club, Lençóis Paulista e Avaré. Após a partida será oferecido um almoço na Chácara do Sueco para os convidados.
Golfe e ecologia
Modernamente, o esporte tem sido agregado ao ecoturismo, formando um interessante e atraente tripé que vem de encontro aos objetivos cada vez mais procurados pelo homem: turismo, ecologia (contato com a natureza) e esporte.
Mais que um jogo, o golfe exige respeito à natureza. Por isso, é notório o conceito de que “todos os campos de golfe são bonitos”, repletos de árvores e vegetação nativas, frutíferas, aves, pássaros e outros animais que ali vivem em segurança.
A grama (freqüentemente utilizada em campos de golfe) atenua o calor e melhora o ar que respiramos. Áreas de grama natural são até duas vezes mais frias do que áreas com grama sintética, e há espécies que absorvem o monóxido de carbono, sendo uma solução ideal para as grandes metrópoles. Outros benefícios são a redução da poluição sonora e do brilho da luz solar, o que não acontece com o asfalto e o concreto.