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Notas 3


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• Testes Fusion 1

As vendas do Ford Fusion (foto) só começam mesmo no mês de junho, mas o carro poderá ser conhecido pelos potenciais compradores através de “test-drives” que serão feitos dentro de um programa de pré-vendas ao longo de maio. Inicialmente o Fusion só será importado nas cores preta e cinza metálicas, que segundo a montadora costumam atender a imensa maioria da demanda. Mas a Ford estuda a possibilidade de vir a importar o modelo em outras cores, por encomenda.

• Testes Fusion 2

O preço sugerido é de exatos R$ 79.990,00 para o carro sem teto-solar e R$ 84.890,00 para a versão com o recurso. Como se espera que boa parte dos compradores vá blindar o carro, a montadora acredita que 95% dos modelos vendidos serão sem o teto-solar, já que esse opcional dificulta bastante o processo de blindagem. Embora a Ford não faça qualquer projeção oficial de vendas, uma fonte na alta cúpula da empresa deixou escapar que a montadora se prepara para atender uma demanda de até 1.500 unidades mensais.

• Decisão revista 1

A divisão esportiva da Ford vai continuar em ação. Ao contrário do que a própria montadora havia anunciado nos Estados Unidos, a Special Vehicles Team, SVT, não vai encerrar suas operações como parte do plano de reestruturação da Ford. Permanecerá ativa e já tem até novos projetos nas pranchetas.

• Decisão revista 2

A SVT já prepara uma nova versão do Mustang Shelby GT500 e uma série de alto desempenho da pick-up F-150, que deverá se chamar FX2 Sport. Mas, por outro lado, o projeto de preparação da pick-up Sport Trac Adrenalin, que estava previsto para o ano que vem, foi cancelado. O GT500 deverá chegar ao mercado ianque já em julho próximo, enquanto a FX2 deverá aparecer lá para setembro.

• Decisão revista 3

Enquanto isso, a Ford se prepara para colocar a mão no bolso: vai gastar nada menos que US$ 3,4 bilhões em seu plano de reestruturação. Nesse “orçamento” mais que milionário, já estarão incluídos US$ 2,1 bilhões referentes aos planos de demissão voluntária e seus conseqüentes benefícios. Essas demissões serão necessárias em virtude dos planos de fechamento de fábricas da Ford nas cidades de Saint Paul, Norfolk, Wixom e Atlanta, todas em território ianque. Além da desativação dessas unidades, uma outra planta, situada na localidade de Saint Thomas, também nos Estados Unidos, terá sua produção reduzida, o que certamente implicará também em demissões.

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