Economia & Negócios

Curso universitário garantido

Lucien Luiz
| Tempo de leitura: 1 min

Preocupado com o futuro acadêmico da filha Aline, hoje com 10 anos de idade, o administrador de empresas Richard Lima resolveu investir R$ 5 mil, ainda em 2003, na Bolsa de Valores.

A opção por ter descartado outras formas de investimento inclusive mais seguras, como o fundo de poupança fixa, se deu por conta dele acreditar que a Bolsa de Valores oferece uma rentabilidade maior, inclusive superior à do mercado financeiro tradicional.

“Hoje, consegui triplicar o valor que apliquei há três anos. Tive um rendimento médio anual de mais de 30%”, comemora Lima. Ainda de acordo com ele, o valor não recebeu mais nenhum investimento durante todo esse período. O administrador de empresas comenta que apenas gerenciou o capital.

Lima diz que a rentabilidade do dinheiro superou suas expectativas e prevê que poderá atingir sua meta, de R$ 150 mil, um ano e meio antes do tempo que havia projetado.

“Sem dúvida existem riscos, mas o investidor pode administrar isso formando a carteira de investimento de acordo com o seu perfil. É óbvio que nesse período não pus R$ 5 mil e fiquei esperando acontecer. Tive que gerenciar, inclusive comprar, vender, entrar, sair. Tem que saber trabalhar. A corretora de valores dá um suporte muito bom para quem está começando. É um negócio muito viável”, destaca.

O administrador estima gastar cerca de R$ 2 mil ao mês com a manutenção da filha, que hoje pretende cursar medicina, preferencialmente numa universidade pública. Os investimentos de Lima na Bolsa prosseguem por mais cinco anos dentro de um plano programado para ser concluído em oito anos.

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