Todos nós que amamos o nosso País assistimos com horror o que um bando de vândalos fazem com a Nação. O Brasil lidera as nações do mundo em desigualdade social, corrupção, incompetência governamental, discriminação contra cultura e educação, impunidade em relação a todo tipo de crime, imoralidade e, acima de tudo, completo desprezo pelas leis de Deus.
Em Gênesis 18, 20-33 lemos: “O Senhor ajuntou: É imenso o clamor que se eleva de Sodoma e Gomorra e o seu pecado é muito grande. Eu vou descer e ver se as suas obras correspondem realmente ao clamor que chegou até mim; se assim não for, eu saberei.” Nos próximos versículos, Abraão irá interceder pelos habitantes dessas cidades perguntando a Deus: “Fareis o justo perecer com o ímpio?” E assim consegue a promessa de que, se houver 10 justos nessas cidades, Deus não as destruirá. Eu, agora, pergunto: será que existem 10 justos no governo Lula? Duvido que haja algum, mas quantos inocentes estão sendo punidos pelos pecados de uma elite feudal minoritária, que vergonhosamente vem ultrajando, destruindo e corroendo as instituições nacionais que nunca antes foram tão massacradas.
No livro de Jonas, Deus lhe ordena (Jonas 1,2): “Levanta-te, vai até Nínive, a grande cidade, e profere contra ela os teus oráculos, porque sua iniqüidade chegou até a minha presença.” Ao contrário de Sodoma e Gomorra, “os ninivitas se arrependeram e Deus os perdoou”. Qual será a atitude do povo brasileiro nas próximas eleições? Vamos escolher o destino de Sodoma e Gomorra optando pela mentira, pelo populismo, pela demagogia, pela corrupção e incompetência, ou vamos criar vergonha e seguir o exemplo de Nínive e sermos salvos do terceiro mundismo?
Nunca na história do Brasil tivemos uma escolha tão nítida entre o bem e o mal. De um lado os ideais democráticos espelhados em Geraldo Alckmin, digno, honesto, competente, ético e trabalhador. Do outro lado o caos, corrupção, fidelismo, chavismo, leninismo, manenismo, dirceusismo, lulismo lunático, stalinismo e marxismo ultrapassado.
Em Eclesiastes 3, 1-8 lemos: “Para tudo há um tempo, para cada coisa há um momento debaixo dos céus. Tempo para nascer, e tempo para morrer; tempo para plantar e tempo para arrancar o que foi plantado; tempo para matar e tempo para sarar; tempo para demolir e tempo para construir; tempo para chorar e tempo para rir; tempo para gemer e tempo para dançar; tempo para atirar pedras e tempo para ajuntá-las; tempo para dar abraços e tempo para apartar-se; tempo para procurar e tempo para perder; tempo para guardar e tempo para jogar fora; tempo para rasgar e tempo para costurar; tempo para calar e tempo para falar; tempo para amar e tempo para odiar; tempo para a guerra e tempo para a paz.” Qual é o tempo que o brasileiro vai escolher?
Prof. Benedito S. Guedes de Azevedo