Segundo o capitão Flávio Jun Kitazume, comandante da 3.ª Companhia da Polícia Militar, a ação policial no portão do CDP foi necessária para desobstruir a passagem para a ação do Corpo de Bombeiros e para a saída dos funcionários da unidade prisional. “Os familiares dos detentos que estavam do lado de fora tinham incendiado o pasto que margeia o CDP. Na hora que a tropa de choque estava saindo da unidade, eles tentaram impedir”, afirma o comandante.
Para desobstruir a saída, a polícia teve de usar equipamento de choque, como bombas de efeito moral. “Em razão disso, foi feito um boletim de ocorrência. Nós qualificamos algumas pessoas, inclusive algumas que declararam que foram machucadas na ação”, explica Kitazume. Segundo o capitão, o boletim de ocorrência foi feito pelo motivo de tumulto e desacato.