Paulistânia - A “caçula” da região completa amanhã 10 anos. Para comemorar a data, Paulistânia (48 quilômetros de Bauru) organizou para este fim de semana uma série de eventos.
Hoje, haverá apenas o baile de aniversário no Clube Municipal, a partir das 23h. Toda a renda obtida com os ingressos será revertida em favor de cinco entidades sociais, que atendem cerca de 250 pessoas de todas as faixas etárias, segundo informou a secretária de Assistência Social, Janaína Daher.
Duas, Ação Jovem e Agente Jovem, como o próprio nome sugere, atendem jovens e adolescentes. Outra entidade que será beneficiada com os recursos é o Espaço Amigo, destinado a uma faixa etária que vai dos 7 aos 14 anos. Tem também o Grupo Viver, que atende idosos, e o Renda Cidadã, projeto destinado às famílias.
Amanhã, a programação começa logo cedo. Das 7h até as 8h30, a banda marcial do projeto Espaço Amigo percorrerá todas as ruas da cidade. A saída será da Vila Manoel Casaca e o encerramento do desfile ocorrerá em frente à prefeitura. Por se tratar de uma cidade pequena, o propósito de percorrer todas as ruas do município não é difícil de ser alcançado. Paulistânia tem pouco mais de 1.800 habitantes.
Encerrado o desfile, terá início a missa em ação de graça pelos 10 anos da cidade. A celebração será na Igreja Santa Terezinha. À tarde, está programada uma partida de futebol amador entre uma equipe local e outra de Piratininga, no Estádio Municipal.
E à noite, encerrando a programação, haverá apresentação da banda Jair Supercap Show na Praça da Matriz, a partir das 19h30. Barracas estarão vendendo lanches, salgados e bebidas. Tudo o que for arrecadado com os alimentos também irão para os projetos sociais.
Antes de alcançar a emancipação, Paulistânia era distrito de Agudos. Na época, chamava-se Bandeirantes, em homenagem aos pioneiros do desbravamento. A denominação só foi alterada para Paulistânia em 1939. As primeiras famílias que se fixaram na região eram formadas por imigrantes portugueses, espanhóis e italianos.
A autonomia política ocorreu somente em dezembro de 1995. A condição de “caçula” da região é dividida com Fernão, que conseguiu a emancipação na mesma época.