Auto Mercado

Notas 3


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• Em alta 1

O Brasil é uma das zonas de crescimento prioritário para o Grupo PSA Peugeot-Citröen, que acaba de comemorar a produção de 300 mil veículos na fábrica de Porto Real, no interior do Rio de Janeiro - o exemplar 300.000 foi um Citroën C3. “Temos ambições ainda maiores para o Brasil, que tem profissionais automotivos de altíssima qualidade”, afirma o diretor mundial de fabricação do Grupo, Roland Vardanega. Para ele, o Brasil tem excelente infra-estrutura e condições de suprir tanto o mercado interno quanto a América Latina.

• Em alta 2

Os números do investimento do Grupo PSA Peugeot-Citröen no Brasil são significativos. Em cinco anos, foram gastos cerca de US$ 750 milhões. O resultado foram vendas crescentes: em 2006, já são 93.500 unidades, o que faz o grupo prever que ultrapassará ainda este ano a marca de 100 mil vendas. Com 3.500 funcionários, a fábrica teve também um aumento de 22 para 25 veículos/hora produzidos entre 2005 e 2006. No mercado, a Peugeot saltou de 2,1% de participação em 2005 para 5,6% neste ano - o que lhe deu a quinta posição no ranking das marcas e a primeira entre as recém-chegadas no País.

• Em alta 3

Agora, a PSA quer o livre comércio de veículos e autopeças no Mercosul para reduzir ainda mais os custos dos veículos. “Queremos que os veículos não sejam parados ao passar de um país para outro e não sofram taxação”, reivindica Pierre Michel Fauconnier, Diretor Geral do Grupo PSA no Brasil.

Fauconnier assegurou ainda que, embora esteja causando a diminuição das exportações, a baixa do dólar não afetou bruscamente o Grupo PSA Peugeot Citröen. Se as marcas Peugeot e Citröen perderam em exportação, sobretudo para a Argentina, ganharam muito em consumo interno no Brasil, com uma ligeira redução no preço dos veículos - entre R$ 1.000,00 a R$ 5.000,00 na linha 307, por exemplo.

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