As mudanças geram e trazem muitos questionamentos, descrenças, desmotivação, apatia pelo processo, falta de cooperação, pouco interesse, indisponibilidade de tempo, enfim, sugere justificativas próprias num momento de mudança, pelo simples medo de experimentar o novo, de sair de seu casulo, mostrar-se, dividir, compartilhar, participar, planejar, interagir, renovar, inovar, começar, recomeçar.
A mudança em si gera insegurança, por isso muitas vezes é melhor permanecer no patamar anterior que fornece segurança, mesmo que se esteja insatisfeito. Por outro lado, muitos se predispõem a mudar, outros se apegam ao histórico descrédito com experiências anteriores, quer pela incerteza dos resultados ou pelo fracasso de suas aplicações. Na verdade, são muitos conceitos a se lidar e muitas atitudes a se tomar. Isto pode ser assustador pois não é uma prática comum nas diversas instituições.
De toda forma, este é um momento muito especial. É hora de virar a página do tempo em que deixou de fazer algo que poderia fazer a diferença hoje. É hora do recomeço, do desafio, do novo! É necessário rever os hábitos, os paradigmas e abrir-se as mentes e corações para as oportunidades de um recomeço. Não há que ser drástico, nem ignorar-se o passado, basta mudar o que realmente é importante para a vida institucional e para a qualidade de vida profissional de todos, é esse o nosso motivo principal.
Conclui-se que as pessoas se fundem numa complexa relação de ações e reações inerentes aos seres humanos, de um lado o indivíduo, um animal social, acostumado a viver em sociedade e a conviver com as pessoas, passa a maior parte de sua vida no ambiente de trabalho, cria perspectivas, anseios, angústias, nem sempre alcançados e resolvidos, por outro, esses mesmos indivíduos dão corpo e forma a organização para que ela possa funcionar. Diante disso, a organização será o resultado de como essas pessoas estão motivadas, valorizadas, engajadas e comprometidas.
A cooperação, integração, o companheirismo, são bases fortes para alcançar os objetivos. Um ambiente de trabalho sadio reflete diretamente na saúde da instituição e está aberto a mudanças. É preciso melhorar o ambiente de trabalho, ter qualidade de vida, bem estar- social, psíquico e emocional, ter compromissos e responsabilidades pela manutenção dos objetivos institucionais. (Meire Aparecida P. Baffi - RG 17559797-2 - pedagoga empresarial)