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Para procuradora do Estado, faltam políticas públicas

Érika Pelegrino
| Tempo de leitura: 1 min

O procurador do Estado Luiz Duarte de Oliveira, integrante da Procuradoria Geral do Estado, afirma que grande parte das ações solicitando medicamentos e insumos para tratamento é desnecessária.

A maioria das ações do Estado, de acordo com ele, é de clientes da rede particular que solicitam medicamentos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). Atendidas no sistema privado, estas pessoas, segundo Oliveira, desconhecem o acesso ao SUS. “Não se trata de má-fé, mas de desconhecimento”, explica.

Oliveira afirma que para driblar o problema é necessário que sejam instituídas políticas públicas que coloquem às claras o acesso ao sistema público. “Estas pessoas teriam o medicamento se conhecessem a via de acesso ao SUS e se cadastrassem no sistema único”, explica. “O cadastro é importante para que o Estado conheça toda a sua clientela e possa atendê-la.”

No entanto, o procurador admite que seria impossível atender a todos. “Não há dinheiro no mundo que atenda a todas as necessidades. É preciso priorizar”, afirma.

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