A realização da 18ª Copa Mundial de Futebol fez o casal Deusa e Edemur Moralles recordar a viagem feita à Europa incluindo o país sede do campeonato, a Alemanha.
“Após visitarmos a capital da República tcheca, Praga, chegamos por modernas rodovias à região Leste da Alemanha denominada Saxônia.
Conhecemos Dresden, a capital da região, famosa por suas catedrais e belas construções em estilo barroco”. Dresden é conhecida como a “Florença do Elba”, rio que corta o país e deságua no Mar do Norte.
Uma cidade atrativa e muito visitada e que tem como destaques a Ópera House, a praça do Teatro e museus de arte.
“Seguindo a viagem em direção a Berlim passamos por Meissen, cidade que se diferencia de outras, com outros atrativos turísticos”.
Lá, o casal visitou e se encantou com uma famosa fábrica de porcelana responsável por abastecer e embelezar os palácios europeus.
“A produção de peças atuais é incessante e os visitantes podem acompanhar o passo-a-passo das mais variadas, coloridas e finas peças em porcelana”, destaca Deusa.
Saindo de Missen seguiram para Leipzig, cidade que está sendo mostrada na televisão por sediar nos próximos dias alguns jogos da Copa Mundial. “Ela é considerada uma das capitais culturais da Alemanha, porque nela viveram nada mais do que Johann Sebastian Bach, Wagner, Goethe, entre outros”.
A viagem prosseguiu até Berlim, a bela a modernista capital alemã. “A Alemanha, depois de reunificada em 1990 vive atualmente uma nova fase recuperando o tempo perdido social e economicamente. Isso faz com que Berlim seja o centro de atenção e admiração de muitos povos”.
Edemur lembra que historicamente tiveram papéis importantes em seu desenvolvimento os imperadores Frederico Guilherme I e II e o ministro Otto Von Bismark.
O Portão de Brandenburgo
Para o casal, Berlim, palco de um dos acontecimentos mais marcantes do nosso século, a “Queda do Muro”, é hoje a maior e a mais interessante cidade do país. “Berlim possui imensas áreas verdes, inclusive em locais que antes abrigaram prédios que ainda não foram recuperados”.
“Conhecemos o “Portão de Brandenburgo”, histórico cartão postal da cidade e marco divisório durante anos da ‘Guerra Fria’”.
O portão foi edificado sobre seis fortes colunas e em cima exibe interessante escultura: uma carruagem de quatro cavalos que conduzem a deusa da Vitória.
“Vimos alguns trechos da construção do muro que ainda continuam ali despertando a atenção dos visitantes – originalmente eram 106 quilômetros que cercavam Berlim Ocidental”.
Chás e gramados
Deusa e Edemur enumeram outros pontos de interesse na cidade: “O Memorial Church, a Prefeitura de Schöneberg, o Estádio Olímpico, a avenida Karl Marx, a Igreja Luterana Alemã, o Palácio de Charlottenburg – com galeria dourada, gabinete de porcelanas, casa de chá e gramados, o Palácio de Reischstag, sede do Parlamento Alemão reconstruído em 1970 depois de um incêndio e o Museu do Pérgano com suas principais obras: o altar de Pérgamo e a Porta de Mileto resultantes de escavações na Turquia e reconstruídos dentro do próprio museu.