Em assembléia realizada ontem, no Sindicato dos Servidores de Bauru (Sinserm), as merendeiras, auxiliares de creche, auxiliares de serviços gerais, serventes e plantonistas aprovaram várias medidas a serem tomadas contra a postura da administração, de não fornecer o tíquete-alimentação a esses profissionais.
A primeira medida será uma manifestação na Câmara Municipal, segunda-feira, para conseguir apoio dos vereadores e tentar reverter a decisão do prefeito Tuga Angerami (sem partido). Os profissionais citados não terão direito ao tíquete de R$ 4,00, previsto pelo Programa de Alimentação dos Servidores (PAS), mesmo atendendo os requisitos necessários para receber o benefício, ou seja, cumprem jornada de oito horas diárias e ganham até R$ 750,00.
Segundo a diretora do Sinserm Idelma Corral, além da manifestação no Legislativo, os servidores aprovaram a formulação de carta aberta à comunidade, para explicar a situação aos bauruenses.
Caso a prefeitura não volte atrás na decisão de não fornecer tíquetes, os servidores decidiram, como última medida, entrar com mandado de segurança para garantir o benefício. “Mas vamos esgotar as possibilidades primeiro”, destacou.