Tribuna do Leitor

Olho por olho, dente por dente. (manifesto de repúdio ao líder do MLST, Bruno Maranhão)


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A reprovável, abusiva e repugnante atitude do Movimento dos Sem Terra (MLST), liderada pela petista Bruno Maranhão, leva-nos a desejar punições e repressões que devolvam na mesma intensidade as agressões sofridas pelo Congresso Nacional, no último dia 06 de junho/2006.

Num País onde se ostenta com orgulho a bandeira da democracia, nos enche de tristeza e revolta a atitude de pessoas que se escondem atrás de movimentos populares, para externar seus mais violentos e animalescos anseios. Pois é assim que classifico a baderna liderada pelo senhor Bruno Simão: uma atitude animal e violenta contra a ordem nacional e contra o respeito que a maioria dos cidadãos tem por todas as manifestações democráticas.

Mais que uma violação aos direitos de cidadania e de livre expressão, o massacre provocado pelo líder do MLST e atual secretário dos movimentos populares do PT é um ato homicida que penaliza o País e enluta os humildes e crédulos trabalhadores brasileiros que vêem morrer pouco a pouco a esperança de igualdade e justiça.

Por isso, a expressão “olho por olho, dente por dente”. Morte aos que matam. Dizer que Bruno Maranhão é a figura exata da irresponsabilidade e da banalização da violência é muito pouco. Dizer que ele é um bandido, bêbado, ladrão e aproveitador, também não seria suficiente, pois o que vimos pela TV foi um dos mais poderosos chefes de quadrilha em ação. Um mau-caráter, pernicioso, covarde e que deixou o Brasil perplexo. Lamentamos também a falta de autoridade física, institucional e moral demonstrada, para enfrentar tal situação. Bandidos deste porte deveriam ser enfrentados “à bala”. Não pode existir liberdade para este tipo de gente e nem mesmo a prisão resolveria. Não seria justo que os trabalhadores brasileiros pagassem com seu suor a alimentação de um prisioneiro deste naipe. Por mais radical e extremista que pareça, a sentença final a ser declarada para o absurdo assistido e vivido pelo País e que deixou pelo menos 47 pessoas feridas, uma em estado grave e mais tantos milhões de brasileiros enlutados em sua luta diária por um Brasil mais digno e justo, é uma só: pena de morte ao sr. Bruno Maranhão, pelo irreparável estrago que provocou.

José Carlos Octaviani - prefeito de Agudos

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