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Espanha estréia diante da Ucrânia lutando contra o estigma do ‘fracasso’

Folhapress
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Leipzig - Boa geração de jogadores, mas que não conquista títulos. A cada Copa do Mundo, a história se repete com a seleção espanhola. É contra esse estigma que a “Fúria” inicia hoje, contra a Ucrânia, às 10h (horário de Brasília), em Leipzig, mais um Mundial.

Para muitos, a partida deve definir o primeiro colocado do Grupo H, já que as fracas Tunísia e Arábia Saudita completam a chave. O técnico Luís Aragonés já definiu os titulares para o jogo de hoje. A novidade na lista é a escalação do meio-campista brasileiro naturalizado espanhol Marcos Senna, do Villareal. A única ausência da equipe será a do experiente atacante Raúl, que ficará no banco por causa de uma pancada no tornozelo sofrida durante um treino na semana passada.

Independente da antiga União Soviética desde 1991, a Ucrânia chega ao seu primeiro Mundial. Sua campanha nas Eliminatórias foi irreparável: sete vitórias, quatro empates, uma derrota, 18 gols marcados e apenas sete sofridos. Graças a esse retrospecto, a seleção ucraniana foi a segunda européia a conquistar sua vaga na competição.

Como não poderia deixar de ser, o grande nome ucraniano é o atacante Shevchenko, destaque do Milan nos últimos sete anos. Sua recente transferência para o Chelsea, da Inglaterra, girou em torno de 30 milhões de libras (R$ 128 milhões). O jogador é o maior artilheiro da seleção de seu país, com 28 gols em 63 partidas. Ele também é o maior marcador da Liga dos Campeões, com 52 em 90 jogos. Uma grave lesão no joelho, porém, o deixa como dúvida para a estréia. Ele treinou anteontem, mas o técnico Oleg Blokhin ainda não confirmou sua escalação.

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