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Sem boicote, Togo pega Suíça

Folhapress
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Dortmund - Um impasse sobre premiação para jogadores chegou a ameaçar a presença de Togo na partida de hoje, contra a Suíça, às 10h (horário de Brasília), em Dortmund, pela segunda rodada do Grupo G. A delegação africana não viajou ontem para Dortmund no horário previsto, levantando a suspeita de que os jogadores poderiam estar boicotando o jogo.

Por causa de discussões sobre o valor da premiação pela participação na Copa do Mundo, os atletas já se recusaram a treinar algumas vezes. O próprio técnico Otto Pfister chegou a abandonar o time, quatro dias antes da estréia no Mundial, alegando não poder trabalhar nas condições que a equipe se encontrava.

Convencido pelos jogadores, retornou e deverá comandar a seleção até o final da competição. O porta-voz da Fifa, Andreas Herren, confirmou que a entidade resolveu intervir na seleção do Togo, pedindo diretamente que não deixassem de jogar hoje, contra a Suíça.

“Quando soubemos que houve problemas, e que alguns deles não queriam viajar, entramos em contato com eles pelos nossos meios”, disse Herren. Se Togo boicotasse o jogo, seria desqualificado da Copa do Mundo e sofreria outras penalidades do Comitê Disciplinar da Fifa. Nunca um time deixou de jogar numa Copa do Mundo, desde que o torneio foi criado, em 1930.

A Suíça, que apenas empatou com a França na estréia (0 a 0), acredita que poderá criar mais chances de gol dessa vez. "Acho que encontraremos mais espaço contra Togo”, afirmou o treinador Koebi Kuhn. Para o técnico, sua equipe não é favorita hoje.

“A equipe deles é forte, se classificou em Eliminatórias difíceis, e contam com dois jogadores perigosos: Emmanuel Adebayor e Mohamed Kader Coubadja."do, desde que o torneio foi criado, em 1930.

A Suíça, que apenas empatou com a França na estréia (0 a 0), acredita que poderá criar mais chances de gol dessa vez. “Acho que encontraremos mais espaço contra Togo”, disse o técnico Koebi Kuhn.

Ficha Técnica

Togo Agassa; Nibombe, Toure, Tchangai e Agboh; Dossevi, Toure-Maman, Romao e Coubadja; Forson e Adebayor.

Suíça Zuberbuehler; Magnin, Senderos, Mueller e Degen; Wicky, Vogel, Cabanas e Barnetta; Frei e Streller.

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