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Sindicato de Derivados de Petróleo tem linha de crédito para reforma

Lígia Ligabue
| Tempo de leitura: 1 min

Desde que o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) determinou novas medidas para o funcionamento dos postos, muitos comerciantes tiveram de colocar a mão no bolso. E as exigências do Conselho não são nem um pouco baratas. De acordo com o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo (Sincopetro) em Bauru, Wagner Siqueira, a obra custa entre R$ 150 mil e R$180 mil. Como o investimento é alto, o sindicato em parceria com três bancos que operam na cidade, oferece linhas de crédito para a obra.

“Já estamos com a margem de lucro reduzido e ainda estamos enfrentando uma guerra de preços. É uma obra muito cara, por isso temos as linhas de financiamento para os sindicalizados”, explica. Segundo Siqueira, cerca de 100 postos de combustível estão em funcionamento na cidade. “Acredito que entre os que não foram convocados ainda, até 30% precisarão fazer a reforma total e o restante, apenas adaptações”, calcula.

Na opinião de Siqueira, os sete postos que não compareceram à convocação da Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental (Cetesb), devem estar fechados. “Nossa orientação é para que todos atendam às solicitações. Provavelmente, esses postos não devem estar funcionando”, pondera o dirigente sindical.

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