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Líder do PT tenta explicar origem de dinheiro suspeito

Folhapress
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Brasília - Apoiada pela bancada de seu partido, a líder do PT no Senado, Ideli Salvatti (SC), afirmou ontem que não há irregularidades em sua movimentação financeira entre 2003 e 2005, que chegou a ser cinco vezes maior que seu rendimentos. O corregedor do Senado, Romeu Tuma (PFL-SP), afirmou que vai investigar o caso.

A senadora tomou posse no primeiro ano do governo Luiz Inácio Lula da Silva, quando o dinheiro movimentado em suas contas aumentou de R$ 218 mil para R$ 477 mil, segundo documentos da Receita Federal divulgados anteontem pelo “Correio Braziliense”.

Sem apresentar documentos, Ideli justificou as operações com a tomada de três empréstimos que teriam somado cerca de R$ 250 mil. A senadora negou que eles tenham sido contraídos para o PT.

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