A Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) ainda não começou a troca de 8,2 mil lâmpadas de mercúrio por lâmpadas de vapor de sódio de 100 e 70 watts, conforme convênio assinado com a Prefeitura, depois de aprovado pela Câmara Municipal, há dois meses.
As partes ainda não estabeleceram um cronograma para a troca das lâmpadas, mas de acordo com a secretária de Obras, Elaine de Cássia Orti de Araújo, os locais que terão as lâmpadas trocadas serão definidas pelo Plano Diretor Participativo, cuja minuta foi encaminhada ao departamento jurídico da Prefeitura.
O convênio ficou acertado em reunião realizada no começo de março entre o prefeito e representante da empresa. A prefeitura pagará R$ 402.253,55 em 44 parcelas de R$ 11.232,99. O valor corresponde a 25% do total do serviço. O restante será custeado pela CPFL. Pelo projeto aprovado pelos vereadores, os valores referentes ao convênio estarão previstos no orçamento de 2007.
A Câmara Municipal demonstrou preocupação com a demora na troca das lâmpadas, estabelecidas pelo convênio assinado entre Prefeitura e CPFL. Para o vereador Primo Mangialardo (PV), o serviço já deveria ter começado, opinião compartilhada pelo colega João Parreira (PSDB). “Nós queremos saber porque a CPFL ainda não começou a troca das lâmpadas”, questionou Mangialardo.
Os vereadores também solicitaram, por meio da Comissão de Fiscalização e Controle, presidida por Parreira, informações sobre o Grupo de Gestão Energética, formado pela Prefeitura durante o governo Nilson Costa. Os parlamentares querem saber se o grupo ainda existe e, se a resposta for afirmativa, quais os trabalhos que estão sendo realizados.