Saúde

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Da Redação
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• Febre amarela 1

A Secretaria de Estado da Saúde resolveu reforçar a vacinação contra febre amarela neste fim de junho e início de julho, em todo o Estado, inclusive na região de Bauru. O objetivo é imunizar pessoas que viajarão para áreas de risco no Brasil e manter a doença fora do Estado, como já acontece desde 2001. A vacina deve ser aplicada pelo menos dez dias antes da viagem. O último caso de febre amarela em São Paulo ocorreu em 2000, ano em que duas pessoas contraíram a doença. Desde 1990 estes são os únicos casos.

• Febre amarela 2

Quem vai passar férias nas regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil deve tomar cuidado especial, pois há municípios onde há risco de se contrair a febre amarela, especialmente em Goiás, Tocantins, Rondônia, Pará, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. No Nordeste, os Estados do Maranhão e do Piauí também merecem atenção especial, assim como Minas Gerais, no Sudeste. Viajantes que pretendem descansar em áreas ribeirinhas ao Rio Grande, na divisa de São Paulo com Minas Gerais, também devem se prevenir e tomar a vacina, cuja dose imuniza contra a doença por dez anos.

• Febre amarela 3

É possível checar a lista completa das áreas de risco de febre amarela no site www.cve.saude.sp.gov.br/htm/zoo/FA_RELEND.htm. A vacina contra a febre amarela é disponibilizada gratuitamente em postos de saúde do Estado e nos postos de Saúde do Viajante, nos aeroportos de Congonhas e Guarulhos, nos terminais rodoviários Barra Funda e Tietê, Instituto de Infectologia Emílio Ribas e Hospital das Clínicas de São Paulo. A lista de postos pode ser acessada pelo link http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/imuni/posto_fad1.htm. A febre amarela é causada por um vírus do gênero Flavivírus, e tem como sintomas febre alta, dor de cabeça e lombar, náuseas, vômito, prostração e calafrios.

• Centrinho e associações de pais

Nos dias 6 e 7 de julho, o Hospital Centrinho/USP recebe representantes de 43 associações de pais de pessoas com fissura labiopalatal (abertura no lábio e/ou céu da boca) vindos de todas as regiões do Brasil. O objetivo é promover amplo debate sobre a inclusão da pessoa com fissura labiopalatal na legislação atual, considerando aspectos psicossociais, funcionais e jurídicos. É este o tema central do 6.º Encontro Nacional de Associações de Pais e Portadores de Lesões Labiopalatais e/ou Deficiências Auditivas e do 2.º Encontro da Rede Profis - entidade que congrega cerca de 20 mil associados em todo o Brasil. O evento é organizado em parceria com a Sociedade de Promoção Social do Fissurado Labiopalatal (Profis). Inscrições a partir de R$20,00. A programação completa pode ser encontrada no site www.centrinho.usp.br/eventos. Mais informações pelo telefone (14) 3235-8437.

• Segurança no trabalho juvenil 1

O Ministério da Saúde e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) lançaram a cartilha sobre saúde e segurança no trabalho juvenil. A publicação traz temas como a contaminação por agrotóxicos, trabalhos perigosos e insalubres e atividades domésticas. A publicação vai orientar no diagnóstico de casos de exploração do trabalho infantil e preparar os profissionais para atuar na raiz do problema. Ela descreve casos, além de indicar condutas necessárias para evitar o risco à saúde do jovem trabalhador e providências legais que devem ser tomadas em caso de diagnóstico de doenças ou acidentes relacionados ao trabalho infantil.

• Segurança no trabalho juvenil 2

Serão distribuídos 20 mil exemplares da cartilha sobre saúde e segurança no trabalho juvenil aos profissionais que atuam com crianças e jovens, nas áreas de saúde e educação, aos representantes de conselhos tutelares e aos profissionais da inspeção do trabalho, além de organizações não-governamentais voltadas para esse público. Segundo dados da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio (Pnad), existem no Brasil 5,5 milhões de crianças e adolescentes economicamente ativos entre 5 e 17 anos de idade (IBGE 2001). Entre as crianças economicamente ativas, 65,1% são homens, 33,5% trabalham 40 horas ou mais por semana, 48% não têm remuneração, mais da metade utiliza produtos químicos, máquinas, ferramentas ou instrumentos no trabalho e 80% combinam o trabalho com a freqüência à escola.

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