Bussunda, fala sério, neste país não há pena de morte, todavia há morte de pena? Morte digna de dar pena? Bussunda, o que aconteceu? Acho até que os antigos, um pouco mais que eu, diriam: “Esse cara é de morte!” Mas, cara, pelo que você caçoava, tirava o sarro, fazia fosquinha dos outros, com certeza, você não era de morte! Você foi feito para sobreviver, mas sua protuberância, sua soberania gordurosa fez-me pensar em saúde, pensar que saúde é mais que uma interjeição após o espirro! Bussunda, sabe o que eu quereria ter ouvido sobre você? Que você morreu de rir, que você foi tomar a “boa” e foi desta para uma ótima! Bussunda, gostaria de ouvir que você, finalmente, metamorfoseou-se em ogro, seqüestrou a Fiona e jogou uma bola nas costas do Shrek!
Cara, com você, aprendi que Tabajara é mais do que uma orquestra que animou os remotos e nostálgicos bailes do Bauru Tênis Clube ou que Tabajara é mais do que um lateral-esquerdo antigo do Grêmio portoalegrense! Bussunda, prefiro crer que você está tomando um chope e azarando argentinos, italianos, alemães, franceses e outros! Cara, com certeza, você não era deste casseta! Sem você, fofômeno, o vocábulo “casseta” perdeu o nexo oral, não é mais deste planeta! Você, Bussunda, mostrou que olho gordo é sexy, que a carne é gorda, mas não é fraca não! Ah, Bussunda, por falar em gordo, o Ronaldo meteu dois gols na última quinta-feira, um para cada radical do seu nome! E ele manda dizer que gordo é a mãe, pois só as mães são felizes! Abraço, Bussunda!
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