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Sarampo 1

Os torcedores que viajaram à Alemanha para assistir à Copa do Mundo devem permanecer atentos para o surgimento de sintomas de sarampo durante cerca de 20 dias, após o retorno ao Brasil. O alerta foi dado na última semana pela Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais. Os sintomas levam de sete a 18 dias para se manifestar. Os principais são febre, manchas avermelhadas pelo corpo, tosse, coriza e conjuntivite. De acordo com a secretaria, há um surto de sarampo na região oeste alemã, onde ficam Colônia e Dortmund. Já teriam sido notificados 1.460 casos. Três pessoas morreram. O número de casos que surgem a cada semana varia de 120 a 140. (Folhapress)

Sarampo 2

O sarampo é transmitido por meio das secreções nasofaríngeas —expelidas ao tossir, espirrar ou falar. Todo possível doente e aqueles que mantiveram contato com ele devem procurar atendimento médico. No Brasil, foram confirmados seis casos importados da doença em 2005. Ela foi trazida das Ilhas Maldivas pelo surfista Fabio Gouveia, que participou de um campeonato naquele país. Foram quatro casos em Santa Catarina e dois em São Paulo, que foram infectados em um vôo. O Brasil não registrava casos desde 2003, quando houve dois importados da Europa. A última epidemia da doença ocorreu em 1997, quando 53 mil brasileiros contraíram a infecção. A última morte em decorrência de sarampo no País foi registrada em 1999. (Folhapress)

Obras de arte 1

A Secretaria de Estado da Saúde inicia levantamento de todas as obras de arte existentes em seus hospitais, ambulatórios, laboratórios, institutos e direções regionais de saúde no Estado de São Paulo. São mais de 100 unidades (63 delas, hospitais). O objetivo é reunir as informações em um catálogo, facilitando o acesso da população ao patrimônio cultural existente nesses locais. Todas as unidades ligadas à saúde estadual têm até o fim de julho para encaminhar, ao Centro de Memória do Instituto de Saúde, na Capital, a relação completa de pinturas, gravuras, esculturas e outras obras disponíveis nessas instituições, acompanhadas de formulário com a descrição resumida das obras, data em que foram produzidas, dimensões, nome do autor e nome do doador (se houver), dentre outras informações. (Da Redação)

Obras de arte 2

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo tem algumas das unidades mais antigas do Brasil, como os institutos Adolfo Lutz, Pasteur e Butantan e o Hospital Psiquiátrico do Juquery. A expectativa é que em unidades como estas sejam encontradas raridades. Lutz e Emílio Ribas, por exemplo, foram projetados por Ramos de Azevedo e podem ter peças de seus contemporâneos. “Reunir as informações sobre as obras de arte nas unidades de saúde é fundamental para a preservação e proteção do patrimônio cultural do Estado”, afirma Alexandre Grangeiro, diretor do Instituto de Saúde, que está coordenando o trabalho pela Secretaria da Saúde. Havendo peças, elas serão reunidas e disponibilizadas para visitação pública. (Da Redação)

Hepatite B

A Secretaria de Estado da Saúde inicia uma campanha de reforço à vacinação contra hepatite B por todo o Estado. O objetivo é levar crianças e adolescentes aos postos de saúde nas férias de julho, para que sejam imunizados contra a doença. O motivo é o resultado de um estudo que mostra que cerca de 6,5 milhões dos 15,3 milhões de crianças e adolescentes do Estado ainda não tomaram as três doses de vacina contra hepatite B, mesmo sendo gratuitamente disponibilizadas em todos os postos de saúde. Na região de Bauru, 37,6% das crianças e adolescentes ainda não foram imunizadas, o que representa 137 mil das 364 mil pessoas até 19 anos.(Da Redação)

Hepatite B 2

A Secretaria doe Estado da Saúde resolveu reforçar a vacinação nestas férias porque a disponibilidade de tempo é maior nesta época do ano. Para tomar a vacina basta ir a um posto de saúde. É preciso tomar três doses para ficar imune à hepatite B. As duas doses seguintes à inicial acontecem, respectivamente, um e seis meses depois. A pesquisa da Secretaria indica que a faixa etária de 15 a 19 anos é a que menos foi imunizada no Estado (61% ainda não tomaram a vacina). Em seguida vem a de 11 a 14 anos, com 58% sem imunização. (Da Redação)

Inclusão de fissurados

Nos dias 6 e 7 de julho, o Hospital Centrinho/USP recebe representantes de 43 associações de pais de pessoas com fissura labiopalatal (abertura no lábio e/ou céu da boca) vindos de todas as regiões do Brasil. O objetivo do encontro é promover um amplo debate sobre a inclusão da pessoa com fissura labiopalatal na legislação atual, considerando aspectos psicossociais, funcionais e jurídicos. Podem participar assistentes sociais, psicólogos, fonoaudiólogos, administradores hospitalares e demais profissionais interessados em compartilhar idéias e experiências. Inscrições a partir de R$10,00. A programação completa está disponível no site www.centrinho.usp.br/eventos. Mais informações pelo telefone (14) 3235-8437. (Da Redação)

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