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Assédio da CBF a Scolari não irrita portugueses

Folhapress
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Marienfeld - O esperado assédio da CBF ao técnico Luiz Felipe Scolari não tirou o humor do presidente da federação portuguesa, Gilberto Madail. Ao contrário. “Boas festas para a federação brasileira”, disse à reportagem ao sair para passear de bicicleta em Marienfeld.

A pergunta era o que achava do interesse da CBF em contar com Scolari após a Copa. Indagado sobre a razão das “boas festas”, repetiu a resposta com sorriso. Indagado se era uma gozação. “Não. A federação portuguesa está tranqüila, assim como é tranqüilo andar de bicicleta”, disse ele.

O jornal “O Jogo” publicou ontem que está acertada a permanência de Scolari em Portugal por mais dois anos e que ele teria o salário pago pelo novo patrocinador da federação - o Banco Português de Negócios não será mais parceiro da entidade. Madail negou qualquer acerto em tom brincalhão.

“Eu e Scolari conversamos e chegamos a um acordo. Está muito quente”, disse ele, que teria aceito pagar 1,5 milhão de euros por ano para Scolari (mais de R$ 4 milhões). A jornalistas lusos, Madail disse que o acerto com o técnico não está ratificado, mas que está “apalavrado” e que até o fim da Copa “haveria novidade”. “Estão reunidas as condições desde as oitavas. Há manifesta predisposição para renovar, mas falta determinar o timing”, disse.

Scolari não teria interesse de voltar ao Brasil. A CBF já contaria com um não dele. Diante da situação, cresce a possibilidade do Vanderlei Luxemburgo assumir a Seleção Brasileira. Outro nome, que correria por fora, é o de Paulo Autuori.

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