Esportes

Tênis: Wimbledon não terá americano nas quartas

Folhapress
| Tempo de leitura: 2 min

Londres - Pela primeira vez em quase um século, nenhum americano vai disputar as quartas-de-final de Wimbledon. A última representante dos EUA tanto na chave feminina como na masculina no Grand Slam inglês, Shane Perry, caiu hoje diante da russa Elena Dementieva.

A última vez que nenhum americano alcançou as quartas-de-final de Wimbledon foi em 1911, quando nenhuma mulher e somente três homens se inscreveram. E o último Grand Slam que não contou com nenhum tenista dos EUA entre os oito melhores foi o Aberto da Austrália em 1976.

Os EUA são os maiores ganhadores em Wimbledon, com 83 títulos de simples. Nenhum dos nove americanos inscritos alcançou as quartas, incluindo o campeão de 1992, Andre Agassi, e o finalista dos dois últimos anos, Andy Roddick. Já na chave feminina, entre as 14 americanas que iniciaram a disputa no All England Club estava a atual campeã Venus Williams.

Federer

O suíço Roger Federer conseguiu ontem aumentar sua invencibilidade no torneio disputado no Reino Unido. O tenista enfrentou o checo Tomas Berdych, em duelo válido pelas oitavas-de-final em Wimbledon, e venceu por 3 sets a 0 - parciais de 6/3, 6/3 e 6/4. Federer não perdeu sequer um set na competição.

Sharapova

A russa Maria Sharapova perdeu um set pela primeira vez na edição atual do Torneio de Wimbledon. Campeã do Grand Slam inglês em 2004, ela, no entanto, teve tranqüilidade para vencer a italiana Flavia Pennetta por 2 sets a 1, com parciais de 7/6, 3/6 e 6/3.

Esse foi o primeiro grande teste para Sharapova, que até então só havia perdido 11 games. Com essa nova vitória, Sharapova está a um jogo de igualar a campanha do ano passado, quando foi eliminada nas semifinais pela norte-americana Venus Williams.

Guga

A volta de Gustavo Kuerten às quadras para o ATP de Stuttgart está ameaçada. A informação foi dada pelo argentino Hernan Gumy, técnico do catarinense, a um jornal do Rio de Janeiro ontem.

Segundo a nota, Gumy diz que ainda é cedo para se precisar a data do retorno às competições: “Voltamos a bater bola há três semanas, e só esta última foi mais forte. Acho que daqui a duas semanas vai dar para dizer algo.”

Comentários

Comentários