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Alemão Frings diz que sua suspensão foi política

Folhapress
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Berlim - O meio-campista alemão Torsten Frings, suspenso para a semifinal da Copa do Mundo, em que a Alemanha perdeu por 2 a 0 da Itália, ficando fora da final do campeonato, disse que a decisão da Fifa, de suspendê-lo, teve razões políticas.

“Tudo isso é política! A Fifa só queria mostrar que a Alemanha não seria favorecida por sua condição de país organizador (do Mundial)”, declarou o meia em entrevista ao jornal alemão “Bild”.

Frings foi suspenso pela Fifa depois de ser constatado, por meio de um vídeo de uma rede de televisão italiana, que ele tinha dado um soco no argentino Júlio Cruz no fim do jogo das quartas-de-final, em que os times da Argentina e da Alemanha entraram em briga após a derrota argentina na disputa de pênaltis.

Leandro Cufré, argentino, foi expulso durante a briga, por ter dado um chute em Mertesacker.

Para Frings, a infração de Cufré foi muito mais grave do que a sua. “Eles (Fifa) deveriam ter suspendido Cufré por dois anos. Ele atingiu Mertesacker no estômago”, apontou o jogador. “Eu fui suspenso por me defender, depois de ter sido atingido duas vezes. Além disso, Mertesacker levou um chute e Schweinsteiger, um soco”, alegou Frings.

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