Para a desgraça da nação, mais uma vez a corrupção, a incompetência, a impunidade e a ignorância poderão reinar por mais alguns sofridos anos. Tudo isso graças a dois ingredientes fatais a qualquer sociedade Ignorância + demagogia populista, o câncer das nações sul americanas e africanas.
O povo vende seu voto por uma bolsa família, que já era um programa do Fernando Henrique Cardoso, e promessas enganosas, mas infelizmente ou não sabe ler ou tem preguiça de investigar a real situação. As bondades do sapo barbudo custam muito no bolso de todos aqueles que trabalham para viver, trabalhamos de quatro a cinco meses apenas para pagar impostos. E impostos para que? A saúde pública está falida, o ensino básico destruído, estradas boas só existem em São Paulo.
O governo federal só sabe gastar, e gastar muito, muito mal (Aerolula, 53 milhões, e mais um custo mensal de alguns milhões de reais). Milhões de reais em propaganda que sempre irão terminar nos bolsos dos compadres do barbudo como o rei da briga de galo Duda Mendonça, ou no sushi pastoso do camarada Sergio Okamoto, milhões do dinheiro público para estabelecer a segurança financeira do incompetente Lula Jr. “Quousque tandem”.
Enquanto isso, nós brasileiros generosos pagamos as seguintes porcentagens em impostos extras: 43,28 no álcool, 40,50% por barra de sabão, 42,27% pelo sabão em pó, 18,67% pela carne bovina, 17,91% pelo frango, 18,00% pelo feijão, 37,18% pela margarina, 18,00% pelo arroz, 22,98% pelas frutas, 19,24% pelo leite, 35,20% pelo macarrão, 37,18% pelo óleo, 36,53% pelo café, 42,00% pela pasta de dente, 40,50 pelo papel higiênico, 81,68% pelo cigarro, 56,99% num microondas. Isto tudo sem mencionar os impostos pela gasolina (entre a mais cara do mundo), eletricidade, telefone, IPVA, gás, e outra cositas a mas como o perdão da dívida boliviana seguida pela desapropriação dos bens brasileiros na terra do companheiro Evo Moralez.
Euclides da Cunha disse em sua obra- prima “Os Sertões”: “O jagunço é antes de tudo um forte”. Podemos concluir sem nenhum exagero que o pagador de impostos brasileiro é muito mais que um forte, é um herói, um mártir e um dócil cordeiro.
Benedito Sampaio Guedes de Azevedo - RG 1.571.673