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Ano começa no dia 26, aponta Calendário Maia

Cristiane Goto
| Tempo de leitura: 3 min

Faltam três dias para o início de 2006, marcado para o próximo dia 26 de julho. A informação pode soar estranha, mas ela acompanha o Calendário Maia, também conhecido como Calendário da Paz, um ciclo de medição do tempo que existe há 26 mil anos na humanidade. Diferentemente do registro cronológico atual, que é em 1 de janeiro, formado por 365 dias e 12 meses, o sistema é composto por 13 luas (meses) com 28 dias cada, totalizando 364 dias. O 365.º é chamado “dia-fora-do-tempo”.

De acordo com a designer Adrianna Lamat, coordenadora de um grupo de estudos sobre o tema em Bauru, o calendário é herança da civilização maia, que viveu há 450 anos d.C. e deixou códigos nas pirâmides e pedras na região do México. Após anos de pesquisas, o doutor em história da arte pela Universidade de Chicago José Argüelles e sua mulher, Lloydne, decifraram tais símbolos e desenvolveram um plano de paz para divulgar o sistema.

O calendário traz a evolução da consciência para que o homem possa entender que ele é um ser completo: físico, mental e espiritual, aponta Adrianna. “Ele faz com que a pessoa conheça a si própria, e saiba qual é sua missão na Terra”, diz. Para isso, explica ela, o sistema oferece aos que o utilizam a possibilidade de sair da freqüência atual 12:60 (12 meses e 60 minutos) do calendário gregoriano - e entrar na freqüência natural 13:20, ou seja, 13 meses e 20 selos, que simbolizam a energia solar e galáctica.

Mais do que lembrar datas ou acontecimentos históricos, diz Adrianna, o Calendário da Paz tem como objetivo colocar o homem em sintonia com o ciclo natural do planeta. “Ele faz com que o indivíduo perceba que não é necessário correr demais e estar sempre atrás de dinheiro e bens materiais”, diz. “O calendário busca tirá-lo da freqüência material e colocá-lo na espiritual”, pontua.

Isto não quer dizer, ressalta ela, que a pessoa deve mudar de rotina ou ficar alheia em relação às suas atividades. “É possível estar na freqüência 13:20 e trabalhar, estudar, cuidar da casa e dos filhos, enfim, seguir o cotidiano normalmente.”

Além disso, destaca Adrianna, com a utilização do calendário, o indivíduo percebe as sincronicidades em sua vida. “Não é mais necessário estresse ou ansiedade. A pessoa sabe que tudo tem sua hora certa para acontecer”, afirma.

• Serviço

O grupo de estudos sobre Calendário da Paz se reúne às quintas-feiras, das 19h às 20h30, na Farmácia Flor da Terra. Rua Rio Branco, 13-11. Informações pelos telefones (14) 3224-2033 e 3227-1304, com Adrianna Lamat.

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Selo

A designer Adrianna Lamat, coordenadora de um grupo de estudos sobre o Calendário da Paz, explica que cada pessoa tem um selo. E a compreensão deste símbolo ajuda no processo de autoconhecimento e utilização do calendário. “O símbolo em si emite uma freqüência de informação, mas, para senti-la, a pessoa precisa estar consciente do que o símbolo representa”, diz.

Ela cita alguns exemplos: “Existe o dragão, vento, noite, cachorro, guerreiro, espelho, macaco”, explica. “O espelho reflete a luz, o vento comunica. O cachorro representa o amor incondicional e o selo noite é a inspiração, sonho e abundância”, detalha. Outras informações sobre cada um dos selos podem ser obtidas na página www.calendariodapaz.com.br.

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