Os servidores da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) em Bauru vão definir novas diretrizes para que as reivindicações de garantia de emprego e reajuste salarial sejam atendidas pela empresa. As lideranças da categoria na cidade estudam uma nova forma de enviar a proposta à companhia, porém, ainda nada foi definido.
Segundo Everton Rodrigues de Matos, diretor regional do Sindicato dos Eletricitários (Sinergia/CUT), não haverá mudanças na pauta de reivindicações, apenas na forma de apresentá-la ao setor patronal. Por ora, conforme adiantou, não há previsão de greve. No dia 17 de julho, os 100 funcionários da empresa cruzaram os braços e ficaram concentrados em frente à sede regional da companhia durante quatro horas. Na última segunda-feira, a mobilização seria repetida, mas por 24h. Entretanto, o comando de greve no município optou por suspender o movimento, já que esperava que a CPFL aceitaria durante audiência no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) a proposta da categoria.
Enquanto os trabalhadores pedem garantia de emprego, reajuste de 3,5% no salário e aumento real de 11%, além de aumento no valor da participação nos lucros, a CPFL oferece aumento salarial de 4% mais abono de R$ 340,00.