No ano em que Bauru completa seu 110.º aniversário, a empresa bauruense Aiello Urbanismo celebra 10 anos do lançamento do primeiro de uma série de condomínios residenciais fechados que transformaram a paisagem urbana da cidade. As características que norteiam os empreendimentos da empresa traduzem exatamente o que os irmãos e sócios Renato e Célia Aiello desejam para Bauru nos próximos dez anos: crescimento com qualidade de vida, segurança e respeito ao meio ambiente.
Em uma década de atividades no setor de loteamento, a empresa já produziu cerca de 1.800 lotes, urbanizando uma área de aproximadamente 1,5 milhão de metros quadrados entre os sete residenciais lançados: Tívoli 1 e 2, Villaggio 1, 2 e 3, Ilha de Capri e Spazio Verde. O investimento total chega a R$ 35 milhões, gerando uma série de retornos financeiros ao município por meio da arrecadação de impostos, melhorias urbanísticas e em obras de infra-estrutura que ficam como “herança” aos munícipes.
“Queremos que Bauru cresça como um todo, em direção a todas as regiões e não somente na zona sul, mas sempre respeitando as características e peculiaridades de cada setor da cidade. Acredito que o ideal para o bem-estar da população é a realização de projetos a partir da união de esforços, ou seja, poder público e iniciativa privada trabalhando juntos. Nós temos procurado fazer a nossa parte colaborando para o crescimento organizado. Mas acho que nas regiões mais carentes, o governo municipal precisa atuar com mais ênfase”, observa Renato Aiello.
‘Sem limites’
Antes de cada empreendimento ser executado, a equipe da empresa faz estudos detalhados sobre o local e sobre os anseios da população em relação ao que consideram ideal para morar bem. Durante as pesquisas, os principais itens apontados têm sido a qualidade da moradia, infra-estrutura do local e segurança.
“A grande vantagem dos condomínios residenciais fechados é a possibilidade de unir todas essas características. E nós priorizamos tudo isso nos empreendimentos da empresa. Como diz o slogan da cidade, queremos que Bauru não tenha limites para crescer, mas que isso ocorra sempre respeitando alguns itens fundamentais como a preservação das áreas verdes”, diz Célia Aiello.
Números
Os números comprovam na prática o que a teoria anuncia. Entre todos os condomínios idealizados pela empresa, o município ganhou uma área verde totalmente preservada de aproximadamente 165 mil metros quadrados. A manutenção de grande parte deste total é mantida com recursos dos proprietários dos lotes, já que cada residencial tem uma associação de moradores que cuida da administração do local. O número de árvores e mudas plantadas nos residenciais já chega a 8.300.
“A água é um bem precioso que não pode ser desperdiçado. Por isso, nós temos um enorme cuidado com tudo o que se refere ao consumo de água nos nossos residenciais. A pedido do DAE (Departamento de Água e Esgoto), nós construímos um poço profundo para captação de água com capacidade para 150 mil litros, no Villaggio III. Este reservatório, cujo valor é estimado em R$ 415 mil e que capta água do Aqüífero Guarani, foi doado para o DAE”, destaca Renato.
Toda a estrutura de redes de água (galerias pluviais), esgoto e interceptores também foi doada ao DAE, gerando uma economia em torno de R$ 2 milhões para o município, que não precisou investir nessas obras. Em todos os empreendimentos existem reservatórios de água para abastecer as residências.
“Todas essas obras são perenes, ou seja, são incorporadas à estrutura da cidade, beneficiando não somente os moradores dos condomínios”, acrescenta Renato.
Os interceptores instalados em parceria com o DAE consistem em mais uma faceta da preocupação da empresa com o meio ambiente. A tubulação levará o esgoto produzido pelos residenciais até a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) que será construída pelo poder público.
As associações dos moradores dos condomínios da Aiello Urbanismo também cuidam do lixo. A coleta interna é feita por funcionários dos residenciais e o material, fazendo com que os caminhões da Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Rural de Bauru (Emdurb) não precisem entrar em cada um deles para recolher o lixo.