É indiscutível que a estabilidade econômica tem reflexos diretos no setor da construção civil. Com o aumento do poder aquisitivo, a maioria das pessoas direciona esforços para concretizar o sonho da casa própria ou para fazer melhorias no imóvel. Além das vagas de trabalho absorvidas pela construção de casas, o município também ganha com a arrecadação de impostos.
Os cerca de 1.800 lotes distribuídos entre os sete residenciais executados pela Aiello Urbanismo geram uma arrecadação anual de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de aproximadamente R$ 1,42 milhões.
Devidamente aplicado, a cada ano este valor poderia ser revertido para a aquisição e doação de 42.850 cestas básicas, construção de 100 casas populares, 50 mil metros quadrados de asfalto - ou 78 quarteirões -, construção de três creches com 110 leitos infantis e 120 para bebês, quatro postos de saúde com 300 metros quadrados de área construída ou uma escola com 1.600 metros quadrados de construção.
“O dinheiro arrecadado com o IPTU é um retorno constante para o município. Mesmo não recebendo descontos na cobrança deste imposto, os loteamentos fechados, através de suas associações de moradores, são responsáveis pela manutenção do asfalto, limpeza pública, áreas verdes, lazer e segurança. Isso desonera a prefeitura de vários gastos que seriam de sua responsabilidade”, considera Renato Aiello.
Além do IPTU, todas as vezes que um imóvel é negociado em operações de compra e venda, incide sobre esse processo o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). Em cada transação imobiliária, 2,25% do valor do negócio é recolhido para o município por meio do ITBI.
Cálculos feitos pela empresa mostram que, em dez anos de atividades, a Aiello Urbanismo já gerou movimentação em torno de R$ 1,1 milhão recolhidos pelos compradores dos lotes. Somam-se, ainda, todos os impostos que uma empresa tem a obrigação de pagar para funcionar regularmente.