Regional

Barra deve antecipar início de operação de aterro sanitário

Da Redação
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Barra Bonita – A primeira fase do aterro sanitário de Barra Bonita (68 quilômetros de Bauru) poderá entrar em operação já em outubro deste ano. A previsão inicial era que a conclusão desta etapa acontecesse no final do ano ou início de 2007. Entretanto, o prefeito Mário Donizete Floriano Teixeira (PT) admitiu, na semana passada, a antecipação, graças aos prazos da concorrência pública para a contratação de empresa que fornecerá material, mão-de-obra e equipamentos para instalação da manta que vai impermeabilizar o solo no aterro sanitário do Riachuelo.

O município produz diariamente cerca de 20 toneladas de lixo doméstico. Conforme Teixeira, a construção do aterro sanitário está sendo acelerada devido à urgência do equipamento público para a população. O local de armazenagem de resíduos vai substituir o atual depósito de lixo de Barra Bonita, localizado na mesma região e que está com sua capacidade praticamente esgotada.

O canteiro de obras está em funcionamento desde abril. Ainda conforme o prefeito, o aterro sanitário vai possibilitar o acúmulo de resíduos sólidos dentro dos padrões mais modernos existentes atualmente e que também vai representar o fim dos lixões, pontos de descarga e ainda resolver problemas ambientais e sociais.

A administração municipal de Barra Bonita abriu licitação para contratação de empresa para fornecimento de material, mão-de-obra e equipamentos para instalação de 11.210 metros quadrados de manta de polietileno de alta densidade (geomembrana PEAD) no aterro. A entrega dos envelopes da tomada de preços (número 013/2006) está marcada para o dia 11 de agosto, às 14h. A abertura dos envelopes será feita em seguida, às 14h15.

A primeira célula do aterro sanitário no Riachuelo custará aos cofres públicos R$ 700 mil. A manta será instalada e coberta com 50 centímetros de terra. Na semana passada, o Departamento de Obras e Serviços Municipais finalizou o serviço de terraplenagem do local. A obra prevê, além da primeira célula, o funcionamento da lagoa para tratamento do chorume.

O aterro sanitário está sendo construído na Fazenda Riachuelo, numa área superior a 110 mil metros quadrados. Sua capacidade de funcionamento está estimada em 20 anos.

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