Uma alma, 37 anos
Em seu olhar, a identificação de almas
Sentir, vibrar, uno
Ao pôr-do-sol, a saudade dói em minha alma
Na chuva fraca, a ausência
Lua, a eterna presença
Frio, o vazio das noites
Madrugada, as almas se amam no silêncio
Mar, no infinito das águas, o teu amor
Abraços, momentos tristes
Tempo, calendário humano, 37 anos
Espiritual, dias, meses...
37 anos, anos amando-te em espírito
37 anos, tua alma eu sinto
Proteção, transcendência do mundo
37 anos, o silêncio do amor
37 anos, obrigado por você existir
Obrigado, Pai eterno, por esse amor
Sentindo, fez me ver, outra dimensão da existência
Vida, existe amor!!!
Quem sabe... Outras existências
Nossas almas, unidas em espírito
Para um ser que está distante físico
Mas, em minha alma, pulsa a vida!
Kahlil Gibdan, pensador, pintor, escritor libanês, escreve em 1908: “É errôneo pensar que o amor advém de um longo companheirismo e de uma corte perseverante. O amor é produto de afinidade espiritual e, a menos que tal afinidade surja num só instante, ela não se criará em anos, ou mesmo em gerações”.
Um ser humano