Mauá - A Polícia Civil de Mauá, na Grande São Paulo, tenta esclarecer o assassinato da professora Maria Expedita Silva, 44 anos, encontrada morta, na noite de anteontem, dentro de casa, no Jardim Itapeva, naquela cidade. Expedita lecionava inglês e português na Escola Estadual Jardim Canadá, situada no bairro vizinho, para alunos do ensino médio.
Segundo parentes da vítima, a professora era divorciada e morava sozinha. Na quinta-feira à noite ela deixou a escola, foi para casa e a partir daí não atendeu ao telefone nem deu mais notícia
Familiares resolveram ir até a casa da professora e a encontraram morta, vítima de estupro e estrangulamento. A casa estava revirada, mas, aparentemente nada foi levado pelos criminosos. A polícia já realizou perícia na residência. Os autores do crime teriam consumido bebida durante as várias horas em que lá permaneceram. Copos usados foram deixados pela casa.
A reportagem entrou em contato com um professor que dá aula na mesma escola onde Expedita lecionava. Segundo o professor, que não quis ser identificado, a colega vinha sofrendo ameaças de ex-funcionários, pois era contra irregularidades que ocorreriam dentro da escola.