Desde quando somos gerados por nossos ancestrais, sem esforço algum carregamos em nosso interior o destino que paralelamente será exercido ao decorrer do tempo. Um futuro que a cada início e término do dia se torna quase que inalcançável.
Uma bola de neve bate de frente com a realidade, da qual se arrastam decisões, dúvidas, o “ter” ou “ser”. Tudo num forte impacto de que o tempo não volta mais e se tornou fugaz.
A fase mais difícil de todo o percurso: a adolescência. Escolher o mercado de trabalho e o mais desafiador, como conquista-lo,o que traz benefícios e quais as reais conseqüências. Opinar em partidos políticos, do qual nem se conhece e não exercem nada a nosso favor. Ter em mente que Deus é um só, porém as maneiras que podem nos levar até ele são completamente diferentes.
Por que sofrer tanto, simplesmente para alcançar o que nem sempre procuramos galgar? Ser tratados como verdadeiras máquinas portadoras de uma “placa mãe neurológica” superdotada, e que na sua ausência ela não serve, se torna incompetente.
Vivemos cercados de políticos malfeitosos, que assumirem o cargo: “pelo bem da humanidade”, o substituem: pelo bem único e “familiar” em cima dos “tolos”.
Escolher os parceiros afetivos é tão normal, porém, existem pessoas que não devem ter conhecimento sobre Adão e Eva, e tornam a escolha reversamente contrária. Espermatozóides e óvulos são opostos, mas unidos geram um. Todos esses debates são maneiras que nos sufocam para encontrar uma única ideologia. De tão conturbada que é essa fase humana, somos pressionadas a exterminar rapidamente todas as incertezas, que acompanhadas de inseguranças se assemelham a uma enorme bola de neve em nossa frágil mente.
Marieli Cristina Prado de Oliveira - estudante - RG 45.163.463-9