A matéria sobre o erro de cálculo no valor R$ 17 milhões, feita pelo jornalista Nelson Gonçalves, sobre o inacabado viaduto, mostra, sem emitir nenhum juízo de valor, como nossos administradores públicos, sejam municipais, estaduais ou federais, gerenciam o dinheiro público. Se não fosse a iniciativa do sr. Clemente Rezende, na qualidade de cidadão e não de vereador, nós, cidadãos baurenses, jamais veríamos a possibilidade desse dinheiro retornar aos cofres públicos e, consequentemente, em beneficiamento para a coletividade.
Ainda sim, cabe um melhor desdobramento da matéria, posto que a perícia contábil não é sentença judicial, logo, esta grana toda somente entrará para os cofres do município após a sentença transitar em julgado, o que levará anos e anos para ocorrer. E os responsáveis por tamanho erro? Agiram de má fé? Quem foram eles?
Sugiro que este jornal e este brilhante jornalista investiguem mais este assunto. Se possível, ouçam iminentes munícipes, tais como o sr. Clemente, juristas e políticos, porque esta história de malversação do dinheiro público precisa ser passada a limpo não somente em Brasília e sim em todo nosso patropi.
Jônathos Pessoa de Siqueira - RG 4.465.467